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Crítica: The Daily Beast sobre show de Demi Lovato no Z100 Jingle Ball: “Demi Lovato arrasou”

publicado em 13.12.2015
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O jornalista Kevin Fallon, representante do The Daily Beast, compareceu na última sexta-feira (11) ao Madison Square Garden, em New York, onde aconteceu o Z100 Jingle Ball, tradicional evento natalino de fim de ano que estava repleto de celebridades. Incluindo Demi Lovato.

Kevin publicou uma crítica sobre os shows realizados no evento e ainda pontuou apresentação por apresentação, altos e baixos. Quer saber mais? Confira abaixo a crítica completa e traduzida:

Fonte: The Daily Beast
Tradução e adaptação: Pablo Dias – Equipe Demi Lovato Brasil

É tão alto.

O show anual de Natal repleto de estrelas, o iHeartRadio Z100 Jingle Ball, não era apenas alto da maneira em que os mais velhos resmungam quando os jovens saem de casa após às 21h. Ele era mais alto que o habitual. Você podia sentir a intensidade sonora. Uau, minha cerveja estava vibrando.

Ele foi alto da forma em que milhares de adolescentes gritavam satisfazendo o bom senso de aspirantes à estrela do pop atuais, como uma conflagração de entusiasmo desenfreado que se enfurece com o volume quando as coisas se colidem. Foi divertido e bobo; um pouco irritante e às vezes ensurdecedor. E foi muito 2015.

Eu estava no show anual que reúne artistas com músicas numero #1 nas rádios de New York junto com um punhado de artistas em ascensão, investigando uma hipótese.

Eu sou um fã de música pop sem remorsos, especificamente a música pop que girava em torno de quando eu tinha 13 anos e rodeava o Madison Square Garden tomando uma garrafa de Mountain Dew e com um grupo de adolescentes com £100, os polegares doloridos de tanto enviar mensagens de texto e em uma média de duas horas gasto um com um alisador de cabelo entre eles.

É uma observação tão familiar que eu estou constrangido com o clichê do mesmo: não fazem música como antigamente. No mínimo o que pensei foi que não se fazem mais pop stars como antigamente.

Mas vendo a ascensão de Selena Gomez, Demi Lovato e Nick Jonas, um trio de estrela das rádios que trocaram suas orelhas de rato [uma associação ao Mickey, símbolo da Disney] por atraentes e agradáveis músicas pop, eu me perguntava: seriam eles uma nova versão da atual geração de artistas agora icônicos de Britney Spears, Christina Aguilera e Justin Timberlake?

Os paralelos estão lá: estrelas da Disney que se casaram aos inteligentes produtores que, por sua vez, ajudaram a apresentá-los à todos os compositores de melodias pop que não saem da cabeça. Eu gosto de “Same Old Love” de Gomez, “Confident” de Lovato, e “Jealous” de Jonas. Estará o futuro da música pop assegurado nas mãos deles?

O Jingle Ball também deu uma ampla amostragem do que significa as sensações pop de 2015, que se trata de sensações como Lovato, Gomez, companheiros do festival como The Weeknd e Calvin Harris ou algumas interferências de novas estrelas no radar pop que ganhamos, mesmo correndo o risco de perdê-las quando elas provavelmente desaparecerem no próximo ano.

Por este propósito, o Jingle Ball era um “quem é quem na música pop adolescente”. Às vezes era literalmente um… quem? Quem é 5 Seconds Of Summer? Quem é Conrad Sewell?

O primeiro, ao que parece, é uma segunda vinda australiana do Blink 182, que canta letras sobre cuecas da American Apparel e jogar fora os ganchos de Duran Duran. Este último é um vantajoso cantor cujo o nome eu certamente teria mudado se eu fosse seu empresário. Ambos são… bons.

Houve To Love, uma artista sueca que foi uma das primeiras atrações da noite, cortejando o público, enquanto eles ainda chegavam, mães suando apressadas atrás de seus filhos que precariamente seguravam refrigerantes e pretzels em seus braços enquanto percorriam os corredores do Madison Square Garden.

Tove Lo cantou seu hit, “Talking Body“, que era muito sexual, em minha percepção, observando o público que estava em volta de mim, um dos seus membros era uma criança muito sonolenta que girava em sua cadeira em uma rotina que mostrava o quanto estava entendiado.

Tove, como muitas mulheres que se apresentaram, não estava usando calças, mas ela usava uma jaqueta de couro. Talvez a parte de cima do seu corpo estava com frio e o calor corria pelas suas pernas. Ela finalmente tirou a jaqueta, revelando uma quantidade ambiciosa, embora perigosa, da lateral de seu seio.

Hailee Steinfeld, indicada ao Oscar por True Grit, agora canta canções sobre masturbação, e como Lovato, também não usava calças. É isso que os adolescentes aprendem hoje em dia? Todos eles correm pelo ensino médio sem usar calças?

Eu contemplei esse pensamento a partir da linha da cerveja. A grande coisa sobre o público-alvo do Jingle Ball é que há uma linha muito curta de cerveja.

Houve um ato do ramo do hip hop, chamado R. City, que se apresentou logo após Tove Lo. Eu não estava familiarizado com a sua música até que ele anunciou: “aqui estão algumas outras canções de outros artistas que nós escrevemos”, e começou a tocar “We Can’t Stop“, da Miley Cyrus. Isso me conquistou. Eles também disseram, repetidamente, uma história sobre a composição do seu hit, “Would You Still Love Me the Same“, depois que seu pai foi para a prisão, e citou: “por causa da maconha”.

A música foi ótima. As meninas dançaram em volta de mim com grandes sorrisos em seus rostos, o que poderia ter sido sem sentido depois da história da maconha, mas quem sou eu para julgar.

Depois, houve um desfile de artistas masculinos sexys não-ameaçadores, seguido de gritos previsíveis de suas pequenas fãs femininas.

Charlie Puth performou “See You Again“, a canção na qual ele canta acompanhado de Wiz Khalifa em homenagem a memória do falecido Paul Walker. Eu não tenho certeza se Puth e Walker chegaram a se conhecer. Shawn Mendes era como uma versão baby de Gavin DeGraw. As pessoas gravavam selfies de si mesmas gritando com grande entusiasmo enquanto ele estava cantando, o que eu não estava ciente era sobre uma coisa, mas na verdade é uma coisa muito popular no Jingle Ball.

Joe Jonas se apresentou com sua nova banda, DNCE. Você podia sentir a puberdade acontecendo ao seu redor.

Quando o primeiro dos Jonas que iriam se apresentar naquela noite subiu ao palco, eu me perguntei se eles eram virgens. Como Joe cantou sobre garotas com roupas íntimas e lembrando de sua camiseta da noite anterior, eu já não me perguntava. DNCE teve uma diversão como Daft Punk, bem, uma vibração Jonas Brothers para eles. Eles trouxeram um exército de danças Santas. Eles foram ótimos!

Haviam muitas pessoas gravando e enviando Snapchats enquanto Zedd e Fetty Wap se apresentavam, e sou parcial ao saber o que esta frase significa.

Aproximadamente após duas horas e meia das cinco de duração do evento foi que as grandes armas saíram.

Houve Selena Gomez, com seu cabelo ao ventilador, e muito cabelo. Estas extensões! Ela estava fabulosa com uma boneca Bratz e cantou seus hits de rádio “Good For You” e “Same Old Love“. Eles não são tão divertidos de assistir ao vivo. Gomez vem se preparando para ser uma segunda-vinda de Britney Spears, mas ela precisa aprender a se colocar melhor em um show se não ela nunca se tornará isso.

Ela finalizou sua apresentação com sua música sobre fim de relacionamento, “Love You Like a Love Song“. Gomez se apresentou com mais confiança do que as apresentações que aconteceram antes da dela, e tinha melhores músicas. Mas havia algo que não se conectava entre a qualidade de seus hits e a sua presença de palco.

Falando nisso, Fifth Harmony, uma girlband formada por cinco meninas que, por algum motivo ainda tinham backing vocals, se apresentou em seguida. Elas são populares e isso mostra a triste realidade de uma geração que não tem a glória e o esplendor do PussyCat Dolls, e sua quente vocalista Nicole Scherzinger para admirar. Fifth Harmony começou com um acapella de “Silent Night“, que introduziu uma canção ho-ho-ho com algumas cadeiras.

Elas finalizaram com seu grande hit “Worth It“. Pode-se dizer que a música é a única parte do conjunto que “valia a pena”.

Nick Jonas cantou um, dois, três hits perfuradores: “Chains“, “Levels” e “Jearlous“, o que faz você perceber que Nick Jonas produziu uma lista de canções pop de sucesso nesse último ano. Bom para Nick Jonas! Ele era suave, legal e sexy ao cantá-las e, também, estava com uma ótima voz. Eu estou aqui pelo Nick Jonas.

Então veio Demi Lovato. Demi Lovato trabalhou. Demi Lovato arrasou. Droga, Demi Lovato, é tão boa. Eu acho que sua equipe ainda está no chão do Madison Square Garden, em reverência, em busca de suas cordas vocais, porque essas coisas são uma maldição, como um tiro saindo de sua garganta, Lovato estava cantando tão arduamente.

Ela cantou “Confident” e “Cool for the Summer” com a convicção de que todos sabiam que ela estava arrasando. No desempenho da balada “Stone Cold“, ela fez os adolescentes simplesmente assistirem por cima da tela de seus iPhones, que foi quando seus vocais, como fogos de artifício, se iniciaram.

Pobres são Calvin Harris e The Weeknd que teriam que se apresentar depois desse show, e a multidão tinha, claramente, menos entusiasmo para eles. O The Weeknd fechou a noite com “Can’t Feel My Face” e, pela hora tardia em que ele chegou, ninguém podia estar mais entediado por ainda verem seus rostos. Eles estavam cansados. Demi Lovato tinha acabado de cair com o microfone e deixado seu último sinal.

Eu também havia passado cinco horas com os jovens da América e seus santos padroeiros: estrelas da música pop sem calças. Meus ouvidos ainda estão tocando a partir da intensidade sonora. O futuro da música pop, ao que parece, é apenas isso: alto. E é por isso que ele está em boas mãos.

Selena Gomez é uma segunda vinda de Britney Spears? Definitivamente não. Assim como Spears não era uma segunda vinda de Madonna. Mas todas as três divas tem o mesmo alto, deixe-me-entreter-seu espírito que inspira alto, o entusiasmo ousado expresso pelos jovens nessa noite de inverno ameno em gritos e Snapchats.

Serão Gomez, Lovato e Jonas o futuro da música? É impossível, na verdade, reconhecer que suas origens em 2015, sem apontar as super-estrelas reinantes no gênero como Lady Gaga, Rihanna, Katy Perry, Beyoncé, ou até mesmo Spears não lançaram novas músicas nesse ano que passou. O crescimento dessas ex-estrelas da Disney é oportunista, tanto quanto é merecido.

E, certamente, Adele e Taylor Swift perderam o maior concerto de Natal da música pop em New York. Se Adele estivesse lá, eu teria arrumado meu cabelo também.

Mas, julgando o futuro da música pelos artistas que se apresentaram no Jingle Ball? Os jovens são… tudo bem.

Confira também as crítica publicadas pela Billboard e Rolling Stone.

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