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Demi Lovato fala para Refinery98 sobre orgulho gay, novo single e mais

publicado em 01.07.2014
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Fonte: Refinery98.
Tradução/Adaptação: Franciely Carvalho – Equipe DLBR.

Tem sido um mês de muito orgulho para Demetria Lovato. O nascimento do movimento moderno dos direitos dos homossexuais -, levantando sua voz em apoio a seus irmãos e irmãs LGBT. Poucos dias antes de junho, ela se apresentou clube icônico G.A.Y de Londres e em 8 de junho, Lovato serviu como “Grand Marshal”  em L.A, performando seu ultimo single “Really Don’t Care” nas ruas de West Hollywood, a música aparentemente transformado a partir de uma canção da separação em um hino LGBT. Sua performance em LA foi transformado em um novo vídeo recém-lançado, com participações especiais de Cher Lloyd, Perez Hilton, e Travis Barker.

Essa semana em Nova York, Lovato apareceu no Logo Trailblazers TV, para apresentar um premio para “Orange Is The New Black” e aproveitou a ocasião para fazer uma confissão de sua própria família. E, no meio de tudo isso, ela arrumou alguns minutos para conversar conosco.

E: Demi, que semana foi essa aqui em Nova York, e que mês. Como é que foi?
D: Foi incrível, eu tive um momento incrível em todos os eventos. Além disso, como o meu single foi originalmente uma canção da separação, e eu queria torná-la mais poderosa. Quando pensei nas letras de ‘Really Don’t Care’, isso me fez pensar em bullying, e me fez pensar da comunidade LGBT, que lidam com isso frequentemente mas aceitam a si mesmos. 

E: Como e quando você percebeu que a música poderia ser vista de um jeito diferente?
D: Quando eu estava performando ela na turnê todas as noites, era como uma das músicas que não se encaixava porque era como algo rude, como uma espécie de “foda-se”.

E: Uma cansão desafiadora?
D: Sim, eu notei quando eu estava performando isso, eu estava cantando, sorrindo, pulando para cima e pra baixo e me divertindo. Então, quando estávamos pensando no que fazer para o vídeo, foi quando tudo meio que veio junto. Um amigo me disse “E se você fizesse isso no Pride?” E eu disse “Isso é incrível. Porque o que seria melhor do que um evento onde todos estão celebrando por se aceitarem pelo que são sem dar a mínima para o que os outros pensam?”

E: Você tem sido uma grande defensora da comunidade LGBT. O que aconteceu nesse ano que fez você decidir se dedicar para o mês da parada? 
D: Para ser honesta, eu acho que muito disso tem a ver com a mensagem do single. Era como uma desculpa para ser tão aberta e honesta sobre a mensagem dele. Com “Heart Attack” eu não poderia ter feito isso, não teria sentido.

E: Sim, e com “Neon Lights” também.
D: Certo, “Neon Lights” teria sido divertido, mas para mim isso realmente tinha a mensagem. Como quando eu lancei “Skyscraper” (Em 2011) foi praticamente a mesma coisa. Eu tinha muito fãs que se relacionavam com a música por ser tão poderosa. Naquela época eu não sabia o ponto em que minha música afetava as pessoas. Então, quando me encontro com as pessoas e eles me contam suas histórias sobre o quão difícil foi para eles ou como eles sofreram bullying. Eu acho que eu cheguei em uma idade onde eu realmente entendo o que isso faz para alguém e o que isso significa para alguém.

E: Um dos destaques dessa semana foi o belo logo para o programa “Trailblazers”. Quando você apresentou o prêmio, você falou sobre seu avô ser gay e se assumir nos anos 60. Você nunca o conheceu?
D: Não, e é por isso que eu nunca falei sobre isso antes. Eu nunca pensei sobre isso, realmente, mas isso só me ocorreu nos últimos dois meses, que, talvez, esse é o lugar de onde eu recebo minha coragem. Talvez esse é o lugar de onde eu obtenho minha força para falar sobre o que eu acredito em – seja com o bullying, doenças mentais ou transtornos alimentares – eu falo sobre essas coisas que eu acredito, e eu acho que minha coragem veio dele. Eu acho que é genético, literalmente. Ele era o pai biológico da minha mãe. E, ele faleceu poucos anos depois de se assumir, quando ela tinha cerca de cinco anos. Eu não sei exatamente a idade em que ele morreu.

E: Se ele se assumiu nos anos 60, que era, obviamente, um tempo muito diferente.
D: Muito diferente.

E: Você sabe se ele lutou contra o preconceito? Foi difícil para ele?
D: Eu não sei muito sobre a situação, porque minha mãe era tão jovem que eu não acho que ela saiba muito sobre isso. Ele era um cabeleireiro, então eu gosto de chamar ele de meu ‘Glam-pa’ (Risos). Mas, ouvindo da minha mãe e da minha tia-avó, eu só posso imaginar a luta que ele teve. E, ele foi casado duas vezes e teve filhos duas vezes. Então, ele lidou com muita confusão antes de finalmente tomar a decisão de se assumir.

E: Você mencionou um minuto atrás como você foi honesta sobre algumas das lutas que você enfrentou, a partir de um distúrbio alimentar, depressão e uso de substâncias. Não há muitas mulheres jovens que têm sido tão abertas enquanto eles estão se movendo para a vida adulta. Tem sido difícil ser tão honesta? Você já teve dúvidas sobre ter sido tão aberto quanto você foi?
D: Há momentos em que eu gostaria que as pessoas me conhecessem pela minha musica e não pela minha história. E, agora, eu sinto como se eles estivessem finalmente começando a fazer isso, eu tenho tido hits regulares na rádio, o que tem sido grande. Antes disso era como “Skyscraper” e eu era a garota da Disney que foi pra reabilitação.  Então, num primeiro momento foi obviamente terrível para mim para falar sobre as coisas que eu estava passando. Durante algum tempo depois, em entrevistas, isso era tudo o que eles queriam falar.

E: E isso fica cansativo?
D: Sim, e honestamente, isso ainda é cansativo. Quando eu estou em turnê e estou tendo um ótimo dia e eu estou animada para fazer um show, e alguém vem e diz algo como “A propósito, me conote sobre seu transtorno bipolar…” (Risos) E eu fico tipo, “Que porra é essa? Eu estou prestes a fazer um show. Podemos não falar sobre isso?” Assim como em qualquer coisa emocionalmente pesada, nem sempre é fácil falar. Mas, eu aprendi que, porque eu falei tanto sobre isso eu consegui abrir portas para relações mais fortes com meus fãs e pessoas que nem sequer me conhecem.

E: Eu sei que você falou muito sobre sobriedade e, por vezes, a luta para ficar sóbria, especialmente na indústria da música. Em um evento como o Pride – eu vou sair e dizer que há algumas pessoas comprometidas sobriamente aqui. Isso te incomoda, você pensa sobre isso? 
D: Não, porque alguns dos meus amigos mais próximos no programa estão se recuperando de vícios como metanfetamina e se recuperando de alcoolismo. Há um monte de pessoas gays em recuperação, especialmente em torno de onde eu moro, em West Hollywood. Há um grande grupo. Então, eu realmente me sinto segura aqui, porque eu sei que vai ter muitas pessoas aqui em recuperação também. Além disso, um dos meus melhores amigos esta se recuperando de um vício, e ele é gay e vai estar aqui, também.

E: Eu amo a Cher Lloyd, e eu sei que ela é sua amiga, mas você sabe que performando no Dance on the Pier, no domingo, você está seguindo os passos de outra Cher que performou aqui no ano passado. Então, esses são alguns grandes saltos para ser enchidos.
D: Provavelmente, como, literalmente. Tenho pés minúsculos e ela é mais alta então os dela são provavelmente maiores. Sim, bem, isso é um pensamento aterrorizante, e eu nem sequer tinha pensado nisso até agora, então obrigada por isso (Risos).

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