JoJo anunciou nesta quarta-feira (5), a participação de Demi Lovato no remix de “Lonely Heart”, música que fará parte do lançamento da versão deluxe de seu álbum “good to know”, que será lançado no dia 28 de agosto.

Em entrevista ao ET, a cantora falou sobre como é trabalhar com o ícone pop depois de anos de amizade e respeito mútuo: “Ela é muito apoiadora e muito, muito doce. Ela e Sam Smith estavam conversando sobre o quanto eles amavam o meu novo álbum… Eles fizeram tipo uma entrevista em conjunto e ambos estavam conversando sobre isso e eu fiquei tipo: ‘Ah, meu Deus, isso é tão fofo!”.

JoJo conta que ela enviou uma mensagem para Lovato após ouvir aquelas palavras gentis sobre seu álbum “good to know”, que foi lançado dia 1º de maio, e elas conversaram sobre suas músicas mais recentes.

“Acho que ela me disse que ‘Lonely Hearts’ era uma das suas músicas favoritas e eu falei tipo: ‘por que você não participa?’ e ela disse ‘tudo bem’. Então, foi realmente assim e nós conseguimos fazer isso acontecer”.

JoJo conta que por causa da pandemia do corona vírus, elas gravaram suas partes do remix em lugares distintos, mas ela estava admirada com o trabalho de Lovato na música: “Ela absolutamente destruiu. Ela arrasou! É simplesmente incrível. Eu estou tão animada que ela pegou a música e a elevou. Nós nos conhecemos há muito tempo e eu tenho muito respeito por ela. Acho que nós duas sentimos uma conexão uma com a outra”.

Segundo Jojo, ela sente que a música falou com elas porque ambos podem “se relacionar com a letra”: “Nós duas já estivemos ali antes… e para mim é muito aplicável no momento. Apenas me sentindo tipo, sabe, eu estou bem ficando sozinha e eu não quero ter meu coração quebrado, e se eu estou sozinha, sei que não posso ficar de coração partido. Então é disso que se trata”.

Nesse último fim de semana, Jojo Gomez, conhecida após coreografar as músicas da Demi Lovato durante a era Tell Me You Love Me e a turnê do álbum, publicou um vídeo de cerca de sete minutos em seu perfil no Instagram detalhando ocorridos dos bastidores da turnê e envolvendo Dani Vitale, conhecida do fandom por ser próxima da Demi desde os tempos de Camp Rock.

Logo no começo do video, Jojo revela que é vulnerável para ela falar sobre isso, pois foi algo que a traumatizou por três anos mas ela se sentiu inspirada após o depoimento de um amigo e tomou coragem para falar a sua história e impedir que isso ocorra com outras pessoas do meio.

“Em 2017, eu consegui o maior trabalho da minha vida. Era um trabalho dos sonhos, algo que eu havia desenhado no meu quadro dos sonhos. Eu recebi uma ligação e fui contratada para coreografar uma música em específico na minha classe de dança, e foi quando a artista entrou e surpreendeu meus estudantes e, a partir daquele momento, eu fui contratada pela gravadora para coreografar as performances dessa artista em seus shows”, contou Jojo, referindo-se ao vídeo publicamente divulgando onde Demi (acompanhada de Dani) visita a classe de dança dela ao som de “Sorry Not Sorry”, em 2017.

“A partir daí eu coreografei a performance do Good Morning America, Billboard Hot 100 Festival, iHeartRadio, MTV Video Music Awards, MTV Europe Music Awards em Londres, Jimmy Fallon, Ellen DeGeneres, todos os shows do Jingle Ball… foi tipo, um sonho se tornando realidade. Mas durante o trabalho, eu estava trabalhando com um indivíduo em específico chamada Dani Vitale”, conta Jojo.

Ela relata que no início, as duas se davam bem, elas haviam trabalhado juntas alguns anos antes como dançarinas em outro projeto e, então, eram conhecidas. Então, Jojo revela que após Vitale perceber a aproximação dela com a artista [Demi], começaram os traumas: “Quando ela percebeu a aproximação [da Demi], ela começou a me repreender, me chamou de retardada, dizer que eu não era importante, dizer que eu não importava e então ela roubou todos os meus créditos pelas coreografias que eu criei nesse trabalho, no qual eu fui contratado como coreógrafa. Ela não somente roubou todo o crédito pela minha coreografia, como também apresentou ela para a artista, para o público, para os executivos, diretores e todas os chefões dos bastidores como se ela fosse a criadora por trás da turnê”, conta Gomez.

Além dos traumas diretos, Jojo conta que ela não recebeu pela coreografia que ela criou e foi proibida de postar conteúdos contendo-as em suas redes sociais: “Eu não tive somente minha coreografia e meu trabalho roubado, como também não recebi nenhum dinheiro por isso e ainda não fui permitida de postar sobre o trabalho que eu fiz na turnê, eu postei um vídeo da coreografia e essa pessoa [Dani] e sua assistente me disseram para excluir a gravação/post, porque ela não queria que as pessoas soubessem que eu coreografei aquilo e a Dani queria ser o nome por trás de todas as coreografias que eu fiz nessa turnê”.

Jojo fez parte da equipe de dançarinos da Demi do início do lançamento de Sorry Not Sorry, em julho de 2017, até o fim da primeira etapa da turnê mundial, que aconteceu em abril de 2018. Na época, ela e mais duas dançarinas foram substituídas para a próxima etapa da turnê:

“Depois de eu ser demitida por me manifestar e de tudo isso que eu passei, ela continuou colocando o meu trabalho e a minha coreografia em seu portfólio, onde ela continuou se candidatando para outros artistas e conseguindo trabalhos com isso. Aquilo pra mim foi incrivelmente desrespeitável e cruel, porque além de ser as minhas coreografias, eram vídeos meus dançando elas, no trabalho que eu criei para esse artista. Ela estava recebendo todos os benefícios dela”.

A coreografa conta que depois de tudo isso, entrou em contato com Vitale para pedir que ela parasse de utilizar suas coreografias, roubar seus créditos e se beneficiando com um trabalho que não era dela: “Eu enviei uma mensagem pra ela dizendo: ‘por favor, pare de usar a minha coreografia em seu portfólio porque é um trabalho meu e eu não quero que você saia vendendo as minhas coreografias como se fossem suas’ e a resposta que eu recebi foi inacreditavelmente rude, desrespeitosa, agressiva e depois que eu recebi aquela mensagem, ela me bloqueou e eu não fui capaz de responder porque eu estava assustada”, contou ela revelando que como ela não havia falado publicamente, as pessoas acreditaram na Dani e ela ficou com medo de perder sua posição e nenhum dos outros dançarinos teria coragem de apoiá-la com medo de perder seus empregos.

“Foi um abuso de poder. Ela abusou de seu poder para me manipular, para mentir e roubar o meu trabalho”, finalizou Jojo.

Após a publicação do vídeo em seu IGTV, os fãs começaram a enviar seu apoio para a coreógrafa e pedir que Demi Lovato se manifestasse sobre o ocorrido, a cantora então comentou a publicação de Jojo no Instagram: “Eu te vi e eu te ouvi. Eu estou investigando isso, eu te prometo. Eu sinto muito que você tenha experienciado isso durante a minha turnê. Eu nunca tolero bullying e eu não tinha ideia que isso estava acontecendo com você. Muito obrigada por falar a sua verdade”.

O dançarino Alex Bullon, que já trabalhou com a Demi nas turnês Special Night e Demi World Tour, estava cotado para dançar na Tell Me You Love Me Tour mas não chegou a se concretizar, o que levantou alguns questionamentos do fandom na época. Aproveitando a situação, Bullon revelou que passou pelo mesmo tratamento nos bastidores da turnê: “Eu estou tão feliz que você está ciente disso agora. Antes tarde do que nunca. Eu tentei lhe dizer quando isso aconteceu comigo, mas me pediram para nunca mais tentar entrar em contato com você. No dia em que eu me manifestei, eu fiz isso não somente por mim, mas por todos que experienciaram algo assim, e também para a pessoa que tem a decisão de me querer ou não no trabalho, que foi quem me contratou após a audição… você, Demi. Muito amor”.

Até o momento, Dani Vitale não se manifestou sobre o ocorrido.

 

Não é segredo pra ninguém o quanto Demi Lovato ama e se inspirou em Selena Quintanilla desde quando era criança. Esse ano, o último álbum de estúdio lançado pela cantora – que foi assassinada em 1995 -, “Dreaming Of You” está completando 25 anos. Em homenagem a data, a Apple Music preparou um especial de 1 hora falando sobre o álbum e contou com a participação de alguns artistas que eram fãs da cantora, incluindo Demi.

“A influência da Selena em mim como uma artista… ela me fez querer abraçar as minhas origens”, contou Lovato, que sempre deixou claro como a cantora, que também é texana, a ajudou a aceitar suas origens.

“Eu aprendi a cantar em espanhol e, embora eu não saiba falar fluentemente, sou muito grata por ter tirado um tempo para aprender a cantar e, na verdade, é muito divertido”.

Clique aqui para ouvir o especial completo disponibilizado na Apple Music.

Fonte: Music Week
Tradução e adaptação: Marcelo Ramos | Demi Lovato Brasil

O compositor coroado como “compositor do ano” pelo Music Week em 2019, Savan Kotecha, fez hits para várias pessoas, de Ariana Grande e The Weeknd a Britney Spears. Aqui, ele se lembra de como o smash hit de Demi Lovato “Cool for the Summer” começou com um som insano de guitarra.

“Cool For The Summer” foi uma música muito difícil de produzir. Levou dias e dias para decifra-la e foi um grande trabalho de equipe. Demi é uma das minhas cantoras favoritas e, eu acho, uma das vozes pop mais subestimadas na história recente. Nós somos amigos há algum tempo – ela teve um hit radiofônico de 2014 com a Cher Lloyd [Really Don’t Care] que nós fizemos juntos – e eu sempre achei que ela deveria fazer músicas com guitarras porque ela é uma cantora com voz potente, assim como a Kelly Clarkson é. Então, eu e ela conversamos sobre nos juntar com Max Martin e o restante do camp. Isso aconteceu entre nós no álbum My Everything, da Ariana Grande, que realmente explodiu, e nós tínhamos acabado de trabalhar com o The Weeknd. Eu perguntei ao Ali Payami, que estava arrasando na época, se ele poderia encontrar algo com guitarras e essa foi a direção sonora. Ele tocou essa parte louca de uma faixa para nós, que tivemos que editá-la um pouco, e ela acabou se tornando Cool for the Summer”.

Demi foi uma força muito motivadora no tema. Com as melodias, no começo nós tínhamos espaços reservados para a letra quando começamos a discuti-la com a Demi, ela queria que a música fosse sobre explorar sexualidade e não ter vergonha sobre isso. Ela foi uma parte muito importante da música, especialmente com a letra. Eu não sei qual era o ponto de vista dela, mas eu não acredito que a música teria se tornado o que é se não fosse pelas conversas que tivemos. Havia confiança e conforto naquele momento.

Uma das minhas habilidades é entrar na pele do artista – quase como um ator faz com um personagem – e ser a voz dele. Eu acho esse processo mais fácil com artistas femininas. Muitos artistas masculinos são daqueles tipo machões e eu não curto isso. Eu sou o cara menos “machão” do planeta, eu sempre achei mais fácil me relacionar com o ponto de vista feminino.

Nós tínhamos a melodia do verso “Tell me what you want, what you like, it’s okay”, mas não tínhamos ideia do que fazer depois disso! Estávamos no estúdio com a Demi tentando decidir o que fazer quando Alex Kronlund chegou, que, naquela época, era o meu salvador no pré-refrão das músicas — ele também nos salvou em Side To Side e Into You [da Ariana Grande]. Eu falei para ele, “Você consegue ajudar? Eu não sei o que fazer depois disso!”. Alex estava dizendo que nós poderíamos colocar a parte do “Don’t Tell Your Mother” e eu falei, “Mas colocamos depois disso!?”. E então ele sugeriu fazer algo com arranjos de guitarra. Ter isso antes do refrão era arriscado para nós, em termos de ter espaço suficiente. A música tem um arranjo muito esquisito e, quando você faz algo diferente, você acaba questionando isso. Nós apenas aceitamos e vivemos com isso, escrevemos a letra com a Demi e achamos que era o melhor resultado.

Quando achamos que tínhamos conseguido o melhor resultado, fomos pedir a opinião do Max [Martin, produtor musical] e ele foi com tudo na música. A sua produção vocal é incrível. É como ter um mestre da arte na sala, uma arma secreta. Quando a Demi finalmente colocou a sua voz na música, nós pensamos: “Ah sim, isso é algo muito bom!”. Eu não consigo imaginar outra pessoa cantando-a que não seja a Demi.

Eu tive um pressentimento sobre a música. Eu me lembro de toca-la para a Tinashe, que estava em um dos outros estúdios, e ela disse “Isso é incrível!” e eu também lembro dos meus filhos gostarem da música, o que é um bom sinal.

Estranhamente, naquela época, nós pensamos que “Confident” deveria ser o primeiro single, mas a gravadora disse: “Não, Cool For The Summer é o primeiro!”. Como ela estava na Hollywood Records, nós ficamos pensando se estávamos indo muito além do limite porque era meio que uma música radical, e, olhando para a letra, era algo diferente do que ela tinha feito antes. Mas a gravadora e todo mundo estava muito animado. Demi foi muito corajosa.

Fonte: Bustle
Tradução e adaptação: Equipe DLBR

Demi Lovato se imaginou no meio do oceano. Quando a mulher de 27 anos pisou na água, longos cabelos negros deslizando sobre as ondas escuras, recebeu um comando: Levante a mão se quiser perder peso. Porque Lovato é uma estrela pop que produziu nove singles no Top 20 da Billboard sob o acompanhamento minucioso de 86 milhões de seguidores no Instagram e uma mídia obcecada por IMC – e porque ela lida com distúrbios alimentares há mais de uma década – Lovato levantou sua tatuada e extravagantemente mão com unhas pintadas.

Enquanto Lovato se mantinha suspensa em águas abertas com um tronco, ela recebeu outro comando: levante a mão se estiver disposta a fazer algo sobre seu distúrbio alimentar. Como Lovato estava, naquele momento em 2018, não no oceano, mas em tratamento para esse distúrbio alimentar – bem como para problemas de dependência que levaram a uma overdose de opioides – Lovato atendeu ao comando do conselheiro e levantou a outra mão. O que, é claro, a deixou sem suporte para impedi-la de se afogar no oceano metafórico. Então Lovato fez a escolha de puxar sua continência para baixo.

“Eu costumava ter pessoas me observando na noite anterior a uma sessão de fotos para ter certeza de que eu não beberia ou comeria algo e estivesse inchada no dia seguinte”, diz Lovato antes da sessão de capa do Bustle no final de junho. “É um mundo totalmente diferente agora… Eu nem sequer me preparo para os ensaios fotográficos mais. Eu posso comer Subway de café da manhã”. Lovato conta essas novidades em uma mesa da casa em Los Angeles que alugou com o namorado, o ator Max Ehrich. Ela está deslumbrante com todo glamour, mas sem sutiã sob uma camisa da Selena Quintanilla. Lovato deixou seu apartamento em março quando outro morador testou positivo para o COVID-19, e inicialmente se mudou com a mãe e o padrasto, antes de perceber que é “um pouco difícil estar em um novo relacionamento na casa de sua família”. Atrás de Lovato, em sua sala de estar temporária, fica uma equipe de pessoas mascaradas [devido ao Covid-19] que não passam o tempo monitorando seu peso.

 

A nova equipe é liderada por Scooter Braun, a quem Lovato se aproximou em 2019, um ano após sua overdose. Era hora de deixar o empresário de longa data, Phil McIntyre, que trabalhou com Lovato desde que era adolescente. “No passado”, diz Lovato, “eu projetei meus próprios problemas de abandono para outras pessoas, especialmente figuras masculinas que eu considerava figuras paternas. Eu tive que refletir sobre: ‘Como eu quero que seja meu relacionamento com meu empresário sem envolver meus problemas com meu pai?’” (O pai biológico de Lovato, que ela disse ser abusivo e sofria de problemas de saúde mental, faleceu na semana seguinte ao dia dos pais em 2013).

Braun aprimorou sua capacidade de gerenciar traumas e talentos em um grupo de músicos feridos. “Eu já passei por isso com Justin”, diz Braun, não precisando esclarecer o sobrenome de Bieber, que publicamente se debateu com o uso de substâncias e problemas de saúde mental, que se manifestaram em comportamentos que incluem urinar em lugar público e abandono de macacos. “Eu já passei por isso com Ariana, sabia?” (Grande falou sobre exibir sintomas de transtorno de estresse pós-traumático após o atentado na Manchester Arena, em 2017. No ano seguinte, seu ex-namorado, o rapper Mac Miller, faleceu após uma overdose acidental de fentanil, cocaína e álcool). “Já passei por isso algumas vezes com pessoas que começaram muito jovens”, diz Braun, “eu posso entender um pouco as lutas [da Demi]”.

No encontro de Lovato com Braun, ele diz: “minha intenção era ser respeitoso e recusar”. Ele simplesmente não achava que poderia contratar outro cliente. “Ela estava nervosa”, diz Braun. (“Eu estava nervosa porque queria tanto que ele me agenciasse e estava com pavor de rejeição”, explica Lovato. “Além disso, depois de uma overdose pública, eu não sabia se alguém iria querer me agenciar depois disso”). Então Braun teve uma revelação. “O que eu vi é que ela precisava de alguém que não precisasse dela. E no meio da reunião, [minha parceira Allison Kaye e eu] nos entreolhamos e, instintivamente, rimos. E então Allison me mandou uma mensagem e disse: ‘Você está pensando a mesma coisa que eu’. Eu sabia que poderia ajudá-la. Eu sabia que Allison poderia ajudá-la. Eu sabia que estávamos em uma posição em nossas vidas e carreiras que, se Demi precisasse tirar três anos de folga, ela poderia fazer isso. Se Demi precisar de nós para ter uma conversa honesta e tirá-la de alguma coisa, isso não afeta minha reputação”.

 

A implicação é que Lovato é o tipo de pessoa que se vê repetidamente precisando sair de alguma coisa. “As pessoas que estão comigo todos os dias”, diz Lovato, “eu tenho que me sentir muito conectada com elas e sentir que posso confiar nelas. Sentir que eu posso ser totalmente vulnerável, transparente e honesta. Se eu estiver tendo um ataque de pânico no meio de uma sessão de fotos ou algo, eu posso sentar no camarim com quem estiver lá, e eles podem me ajudar com isso”.

Pedir ajuda em vez de perdão parece uma abordagem mais nova para Lovato, cujos problemas, no passado, pareciam ser tratados às pressas quando surgiram em público. Mas ela também é uma pequena parte entre as celebridades em seu nível de fama disposta a entrar em detalhes sobre seus pontos baixos. Em 2015, Lovato repreendeu um tatuador por tatuar uma “adolescente bêbada” depois que a mulher entrou no Instagram para reclamar do comportamento de Lovato durante uma sessão de tatuagem embriagada. No início deste ano, Lovato foi ao Ellen DeGeneres Show para explicar que seu distúrbio alimentar provocou uma recaída em 2018, descrevendo que sua antiga equipe de administração dava melancia com chantilly sem gordura todos os anos em seu aniversário, ao invés de bolo. A mãe de Lovato, Dianna De La Garza, escreveu um livro de memórias revelador de suas próprias questões de anorexia, depressão e uso de substâncias chamado “Falling With Wings”. A autobiografia apresenta histórias como o momento em que Lovato mandou uma mensagem para ela dizendo: “Sinto muito desde já”. (De La Garza ficou um pouco aliviada ao saber que esse pedido de desculpas se referia a Lovato atacando fisicamente uma dançarina de apoio e não uma nota de suicídio. Lovato escreveu o prefácio do livro). Quando Lovato terminou sua primeira tentativa de reabilitação, desencadeada em 2010 no incidente da agressão, ela seguiu o conselho de dar sua primeira entrevista apenas três meses após concluir o tratamento. “Era muito cedo, na minha opinião”, diz Lovato agora. “Mas ninguém sabia melhor, porque procurávamos pessoas no campo [da recuperação] em busca de orientação”.

“Eu apenas senti que aqui está alguém que é tão gentil, tão legal e obviamente passou por alguma merda”, diz Braun. “E ela cometeu erros ao longo do caminho, mas também quando criança foi colocada em posições…” Ele não precisa dizer quais eram as posições.

Para se colocar em situações mais vantajosas, Lovato diz: “Eu tive que aprender da maneira mais difícil, ignorando minhas necessidades e desejos por tantos anos”. Realmente, ela diz, nem sabia quais eram esses desejos. O comportamento autodestrutivo foi, diz Lovato, “apenas fazendo algo porque eu não sabia o que fazer”.

2020 deveria ser o ano de retorno pós-recaída de Lovato, começando com a emocionante estreia nos Grammys com o single iluminado “Anyone” e sua performance do hino nacional no Super Bowl, ambos entregues em looks brancos angelicais da cabeça aos pés. Lovato atuou ao lado de Will Ferrell na comédia da Netflix em junho, Eurovision Song Contest, foi contratada para comandar um programa de entrevistas no Quibi e lançará uma série documental em quatro partes no YouTube que promete “mostrar aos fãs sua jornada pessoal e musical nos últimos três anos”. Lovato também planejava lançar seu álbum e sair em turnê, acontecimentos que foram adiados até que o momento atual de pandemia passe. Agora, o projeto de Lovato é ela mesma. Demi está pintando eucaliptos havaianos e retratos de George Floyd inspirados no Black Lives Matter – “Estou meio envergonhada com o resultado porque não se parece com ele”, diz Lovato, com precisão – e trabalhando com uma vasta constelação de nutricionistas, treinadores e conselheiros espirituais, um dos quais ela diz ter avisado que essa pausa estava por vir. “Ela estava tipo: ‘Não entre em pânico quando seu trabalho parar. Vai diminuir drasticamente'”, diz Lovato sobre a profecia. “Então, eu estava meio que preparada de uma maneira estranha, e apenas me adaptei. Eu acho que o universo – Deus – mudou isso para acontecer na minha vida”.

Deus recentemente voltou para a vida de Lovato, cortesia de Braun, que a levou à igreja pela primeira vez depois de anos. As lágrimas são outra adição recente. “Antes da quarentena, era muito difícil para mim chorar. Quando tinha 16 anos, eu tinha programado o pensamento de que só iria chorar se as pessoas me pagassem”. Agora, Lovato diz: “Comecei a fazer todo esse trabalho, permitindo-me sentir as dores de todas as perdas que tive ou as adversidades ou traumas que enfrentei. Eu acho que minha capacidade de ser vulnerável e ter mais intimidade com as pessoas realmente aumentou”.

A pandemia foi um golpe deselegante no freio para todos que tiveram a sorte de se abster com segurança da vida pública e de quarentena com seus problemas existenciais. Lovato já passou por dificuldades antes na forma de várias estadias de reabilitação. Mas esta é a primeira vez que a parada não foi uma reação ao seu próprio comportamento. É uma oportunidade, não uma repreensão. Uma chance de sentir por si mesma, não por um público ou um salário. Depois de reconhecer os sacrifícios dos trabalhadores da linha de frente e expressar simpatia pelos doentes e mortos, Lovato admite que o tempo foi “realmente bom” para ela. “É muito comum que as pessoas trabalhem sozinhas quando a crise acontece ou quando percebem que estão entrando em velhos padrões ou comportamentos”, diz Lovato. “Para poder entrar nessa experiência sem uma crise pessoal e ser assim, eu posso fazer o trabalho comigo agora porque tenho tempo… Era uma coisa linda”. Como um benefício adicional, ela diz: “Eu não estava na reabilitação; Eu estava lá fora do mundo com a Netflix. Então, quando eu estava cansada demais da terapia, eu usava o Schitt’s Creek. (Para aqueles que não passaram por instalações de reabilitação de pacientes internados, geralmente não há Wi-Fi por lá.) “Foi-me dada essa oportunidade”, diz Lovato sobre quarentena. “E eu fiquei tipo, vou me adaptar. Eu vou me adaptar para isso. Eu vou aprender com isso”.

Um dia antes de conversarmos, Lovato escreveu uma carta para o pai. Embora eles nunca se reconciliaram antes de sua morte, era um bilhete de amor, embora fosse um verso. “Eu sou quem sou por sua causa”, escreveu Lovato. “E sou grata por isso. Por causa de sua ausência, sou uma mulher independente agora. Porque você era um mentiroso patológico, eu sou honesta com uma falha”.

Como muitas coisas que Lovato diz, o conteúdo da declaração está em desacordo com a sua entrega: um dilúvio de verdade bruta retransmitida com o tom brilhante e o sorriso da ex-estrela da Disney. Embora Lovato tenha tido um distúrbio alimentar antes de se tornar famosa, ela diz: “Eu meio que olhei em volta e tive um momento em que fiquei tipo, ‘Uau. Isso é terrivelmente tão normalizado'”. Tantas pessoas bonitas ao seu redor estavam sorrindo por causa do abuso. As façanhas de Lovato com o uso de substâncias tornaram-se cada vez mais bem documentadas e, quando conseguiu ajuda, ela quis explicar que os corpos esbeltos que as pessoas viam na TV não eram “normais” e desestigmatizar as dolorosas consequências de tentar parecer assim. “Quando fui ao tratamento em 2010”, diz Lovato, “saí da experiência com a opção de falar sobre minhas lutas ou minha jornada com a possibilidade de ajudar as pessoas, ou ficar de boca calada e voltar ao Disney Channel. E era como se isso não parecesse autêntico para mim. Então eu escolhi contar a minha história. E eu tive esse complexo de salvador, onde pensei: Oh, eu fiz esse pacto com Deus quando eu era jovem” – no qual Lovato se tornaria uma cantora de sucesso em troca de fazer Seu trabalho – “e agora eu tenho que salvar as pessoas”.

Em 2013, Lovato publicou “Staying Strong: 365 Dias Do Ano”, um livro best-seller do New York Times de sabedoria diária, como: “Se você passa muito tempo vivendo no passado, não pode viver no agora. Faça um esforço para avançar hoje”. Depois de procrastinar até pouco antes do prazo final de sua editora, Lovato acabou escrevendo o livro no que ela descreve em questão de dias. “Mas foi mais agradável para as pessoas do que qualquer coisa, e então eu percebi através de todas essas pessoas que eu não estava sendo autêntica”. Ganhar elogios por seu relacionamento com recuperação e reabilitação foi uma maneira de “alimentar esses padrões que eu tinha e que estavam me levando à destruição”, diz Lovato. “Acho que é isso que você ouve quando lê esse livro… Eu me apeguei à recuperação, onde troquei os meus vícios pelos vícios reais da recuperação”. Agora, Lovato tenta equilibrar um impulso de se expor com uma recusa em se esfolar fazendo isso. “Eu tenho que estabelecer limites nas entrevistas para não tratá-los como sessões de terapia”, diz ela enfaticamente. “Mas sou capaz de ouvir meu progresso através das palavras que estou dizendo quando as leio de volta”.

Você pode ver o impacto da honestidade de Lovato na cultura das celebridades e a necessidade de processamento público contínuo. É difícil imaginar Taylor Swift revelando seu próprio distúrbio alimentar no documentário da Netflix, “Miss Americana”, sem o precedente de Lovato. Enquanto isso, Beyoncé foi elogiada por ser transparente no documentário Homecoming, da Netflix, sobre sua dieta disciplinada no Coachella: “Sem pão, sem carboidratos, sem açúcar, sem laticínios, sem carne, sem peixe, sem álcool”. (Beyoncé talvez tenha desnecessariamente esclarecido: “Estou com fome”). Anteriormente, Lovato diz: “Eu teria me preparado para algo como Coachella ou uma sessão de fotos. Eu não pareço Beyoncé. Mas não posso arriscar minha saúde mental porque tenho coisas em minha história que Beyoncé não tem ou pode não ter. Para mim, é uma coisa mais arriscada”.

A amiga de Lovato, Jameela Jamil, a conheceu há mais de uma década, quando Lovato era adolescente e Jamil era apresentadora de rádio. Jamil assistiu Lovato navegar radicalmente na honestidade como uma celebridade e a inspirar seu próprio ativismo em torno de distúrbios alimentares e imagem corporal. “Ela é revolucionária em como é franca e acessível com a sua verdade”, diz Jamil. “Isso tem um enorme custo e risco: uma vez que você abre a porta da sua vida pessoal, as pessoas sentem direito sob você. E as pessoas projetam esse complexo salvador em você, o que é impossível de manter”.

“Ela assume tanto escrutínio e faz isso ousadamente em nome de garantir que seus fãs não prejudiquem a maneira como ela estava crescendo”, continua Jamil. “Ninguém mais fez o que ela fez. Não posso enfatizar o suficiente quando digo às pessoas que ela é uma grande parte de onde eu tirei forças para realmente começar a falar o que penso”.

Jamil foi motivada por Lovato a se auto-defender, mas Lovato diz durante esse período: “Embora eu tivesse uma voz grande, eu não tinha uma voz grande para mim. Não expressei minhas necessidades… E depois de um tempo de suas necessidades e desejos sendo ignorados, você explode.”

 

Para não explodir, Lovato precisava finalmente descobrir o que ela queria. “Quero uma carreira que não tem nada a ver com meu corpo”, diz ela, imaginando a possibilidade de não ser um objeto nem uma declaração contra a objetificação. “Quero que seja sobre minha música, minhas letras e minha mensagem. E quero uma carreira duradoura pela qual não precise me mudar. A música me trouxe muita alegria quando eu era mais jovem, e perdi essa alegria por toda a agitação da indústria da música. Eu fiquei infeliz. E nunca mais quero que seja assim. Isso é o que eu quero”.

A questão, então, é quem é Lovato quando ela não está passando por um trauma. Ela se tornará uma estrela “normal” ao invés de uma que luta constantemente contra os padrões normalizados de estrelato? Quando uma cantora tão publicamente ligada à sua dor está feliz, sóbria, em paz e com Deus, as tragédias são apenas coisas ruins que ela experimentou ou fazem parte dela? “Eu não acho que haja uma resposta correta para essa pergunta”, diz Lovato lentamente. “Eu sei que essas coisas aconteceram comigo. Elas moldaram quem eu sou. Então talvez seja um pouco dos dois”. Como Lovato diz isso, ela levanta as mãos direita e esquerda, as palmas das mãos abertas a todas as possibilidades. Ela sorri. Ela ainda está flutuando.

Fonte: The Sun
Tradução e adaptação: Equipe Demi Lovato Brasil

Dois anos se passaram desde que Demi Lovato quase morreu com uma overdose de drogas. Mas a cantora americana agora conseguiu coragem para falar sobre o momento difícil em detalhes, pela primeira vez, em sua nova docu-series.

Eu fiquei sabendo que ela está prestes a se abrir sobre sua experiência devastadora em seu novo documentário, que será dividido em quatro partes, com o Youtube, tendo garantido um acordo de muito dinheiro com a plataforma.

Demi teve sua recaída em 2018, depois de seis anos sóbria, antes de ser levada para o hospital em julho do mesmo ano, após uma overdose de drogas. Ela passou duas semanas se recuperando no Centro Médico Cedars Sinai em Los Angeles e depois seguiu para a reabilitação.

Agora, a estrela pop concordou em dar um relato aberto e sem impedimentos de sua experiência no documentário, para que ela possa ter controle total sobre como sua história pessoal será contada.

Uma fonte próxima a cantora de Sorry Not Sorry disse: “A experiência de Demi em 2018 foi horrível e continuará a afetá-la por anos, então ela ainda não se sentiu capaz de falar sobre isso, mas ela escreveu grande parte de seu álbum sobre a situação e quer abordar exatamente o que aconteceu com ela, na esperança de evitar que alguém sofra uma experiência semelhante”.

“Ela ficou nervosa ao falar sobre o que aconteceu porque não quer que nada seja interpretado de maneira errada. Por isso, decidiu que a sua própria docu-series seria a melhor maneira, pois ela terá o poder de controlar exatamente o que será falado”.

Além disso, a fonte revelou que o documentário pode estar mais próximo do que imaginamos: “Muito disso [documentário] já foi feito e o plano é que seja lançado neste verão”. Vale lembrar que o verão nos Estados Unidos vai do mês de junho a meados de setembro.

O acordo, entre Lovato e o Youtube, foi supervisionado pelo empresário Scooter Braun, com quem ela assinou no ano passado e que tem outros artistas famosos, incluindo Justin Bieber e Ariana Grande.

Depois de fazer o seu retorno à atuação na série “Will & Grace”, Demi Lovato está prestes a estrelar um novo filme! Na próxima sexta-feira, 26, estreia “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars”, novo longa da Netflix com Will Ferrell e Rachel McAdams. O filme acompanha a jornada de um inusitado duo musical islandês que sonha em ganhar o concurso musical Eurovision. Demi interpreta uma cantora islandesa chamada Katiana.

Confira abaixo a letra e a tradução de “In The Mirror”, música interpretada por Demi Lovato, parte da trilha sonora do filme.

 

Letra original – In The Mirror

[Verse 1]
I live my life like a hurricane
24/7 ‘til I go insane
I’m on a rocket to heaven
Everybody loves me
I’m surrounded by people
Wishing me well as I’m taking flight
I got everything I wished for
If everything is so right

[Chorus]
Then why does it feel
Like I’m the loneliest girl in the world
Like I’m the loneliest, loneliest girl
Like there’s a dark other half of me
A part of me I can’t see
Unless I’m looking in the mirror
Unless I’m looking in the mirror
Unless I’m looking in the mirror

[Verse 2]
I got new friends, they’re crazy (they’re crazy)
Every night is a party until 4 a.m.
I’m hurting from dancing (from dancing)
Like there’s no tomorrow
I’m so busy, booked solid
Wish I could do more
Yes, I wish I could
My dreams are at the doorstep (dreams are at the doorstep)
If everything is so good

[Chorus]
Why does it feel
Like I’m the loneliest girl in the world
Like I’m the loneliest, loneliest girl (in the world, yeah)
Like there’s a dark other half of me
A part of me I can’t see
Unless I’m looking in the mirror (unless I’m looking in the mirror)
Unless I’m looking in the mirror (unless I’m looking in the mirror)
Unless I’m looking in the mirror (unless I’m, unless I’m, unless I’m looking in the mirror)
Unless I’m looking in the mirror

Unless I’m looking in the mirror, mm-hmm

 

Tradução – No Espelho

[Verso 1]
Eu vivo a minha vida como um furacão
24/7 até eu ficar ficar louca
Eu estou em um foguete indo para os céus
Todos me amam
Eu estou cercada por pessoas
Me desejando bem enquanto eu estou voando
Eu tenho tudo o que desejei
Se está tudo tão certo

[Refrão]
Então por que parece
Que eu sou a garota mais solitária do mundo
Como se eu fosse a garota mais solitária, mais solitária
Como se houvesse uma outra metade minha obscura
Uma parte de mim que não consigo ver
A não ser que eu esteja olhando no espelho
A não ser que eu esteja olhando no espelho
A não ser que eu esteja olhando no espelho

[Verso 2]
Eu tenho novos amigos, eles são malucos (eles são malucos)
Todas as noites são festas até as 4h da manhã
Eu estou machucada de tanto dançar (de dançar)
Como se não houvesse amanhã
Eu estou tão ocupada, completamente ocupada
Eu gostaria poder fazer mais
Sim, eu gostaria
Meus sonhos estão na porta (sonhos estão na porta)
Se tudo está tão bom

[Refrão]
Por que é que parece
Que eu sou a garota mais solitária no mundo
Como se eu fosse a garota mais solitária, mais solitária (no mundo, yeah)
Como se houvesse uma outra metade minha obscura
Uma parte de mim que não consigo ver
A não ser que eu esteja olhando no espelho (A não ser que eu esteja olhando no espelho)
A não ser que eu esteja olhando no espelho (A não ser que eu esteja olhando no espelho)
A não ser que eu esteja olhando no espelho (A não ser que, A não ser que, A não ser que eu esteja olhando no espelho)
A não ser que eu esteja olhando no espelho

A não ser que eu esteja olhando no espelho, hmm-hmm

A renomada revista Variety divulgou nesta quinta-feira, 25, uma introdução a leva de novos conteúdos que foram encomendados pelo YouTube, entre eles um novo documentário inédito de Demi Lovato.

De acordo com a publicação, o docu-series será dividida em quatro partes que abordarão os altos e baixos vividos por Demi Lovato nos últimos três anos.

“Continuamos a investir [em conteúdos originais] – e estamos investindo mais”, disse Robert Kyncl, diretor de negócios do YouTube, em entrevista. Ele recentemente anunciou que o YouTube irá estabelecer um fundo plurianual de US$ 100 milhões dedicado a criadores e artistas negros. Os anúncios do YouTube Originals foram feitos durante transmissão do Brandcast Delivered, site do Google para o setor de publicidade.

O projeto Demi Lovato, atualmente sem título, é uma continuação do “Simply Complicated”, documentário do YouTube Originals de 2017 sobre a cantora e atriz. A série seguirá Lovato “retornando para mostrar aos fãs sua jornada pessoal e musical nos últimos três anos”, conforme informado pelo YouTube. A série é dirigida por Michael D. Ratner e produzida pela OBB Pictures.

Relembre e reassista o “Simply Complicated”, documentário de 2017, legendado em português:

O produtor de R&B Oak Felder, que trabalhou com Demi Lovato em um de seus maiores hits, “Sorry Not Sorry” e também nas músicas “Daddy Issues”, “Only Forever”, “Sexy Dirty Love” além de seu mais recente single, “I Love Me”, foi o entrevistado desse mês do especial “Hitmaker Do Mês” da renomada revista Variety onde ele falou sobre a Demi, o processo de construção de “I Love Me” e muito mais.

Leia abaixo o artigo traduzido:

Se você já ouviu “I Love Me”, de Demi Lovato, e sentiu uma pontada de dor durante o refrão – quando a cantora canta: “Oh, por que me comparo com todo mundo? / E eu sempre entro me auto-destruindo”- você provavelmente estava experimentando parte do que o compositor e produtor Oak Felder, o produtor de sucessos do mês de maio da Variety, passou ao criá-lo.

“Para ser honesto com você, foi um processo doloroso para mim, especificamente porque comecei a trabalhar na ideia dessa música na semana em que descobri que ela havia sofrido uma overdose”, diz Felder sobre a hospitalização de Lovato em julho de 2018, após seis anos de sobriedade. Foi a sexta colaboração geral dele e de Lovato, incluindo o hit número 1 de 2017, “Sorry Not Sorry”. Felder acrescenta: “Eu não sabia o quanto meu relacionamento com Demi me afetou até que ela teve a overdose e eu não conseguia trabalhar. Eu não estava funcional e cancelei todas as minhas sessões. Ela me procurou não muito tempo depois que aconteceu e eu senti essa onda de alívio. Era a maneira do meu cérebro me dizer: ‘Essa pessoa significa muito para você’”.

Ironicamente, a música que evoluiu para o poderoso hino de amor próprio de Lovato – talvez o mais pessoal que ela já gravou – foi originalmente escrita com outra pessoa em mente. “A faixa começou como uma música para Anne-Marie”, diz Felder sobre o hino com um título diferente (e uma mensagem muito diferente) que não fez parte do segundo álbum da artista britânico, que será lançado mais tarde neste ano.

“Mas eu sempre amei uma certa melodia”, diz Felder sobre a música descartada, e ele não conseguia tirar isso da cabeça quando se reuniu com outro colaborador frequente, Sean Douglas, e com Lovato depois que ela se recuperou e começou a contemplar seu retorno. “Eu disse: ‘Ah, sim, eu posso ter uma produção que funcione'”, lembra ele. “Toquei a primeira versão da faixa e cantei a melodia para Demi e ela disse ‘Isso é foda’. Então, nos sentamos e reescrevemos tudo”.

Os críticos não podem acusar Lovato – ou as gravações do grupo Universal Music Group, Island e Republic Records – de jogar pelo seguro no que diz respeito a lead singles. “Foi um risco lançar ‘I Love Me’ como primeiro single”, diz Felder. “É uma música confessional, mas tem todo esse ritmo e energia e você pode dançar – essas coisas não devem acontecer juntas. Mas dessa forma, essa diz: ‘Eu me ferrei, mas finalmente estou em um lugar em que me amo’. A música serve como trilha sonora dessa mensagem, por isso é otimista e comemorativo. Isso deve ser como aquele sentimento catártico depois que você chora. Demi achou que era importante que sua história fosse transmitida, então eu dei a ela a vibração e deixei que ela falasse sua verdade sobre isso”.

Felder, que é representado por Lucas Keller na Milk & Honey, lembra o processo de traduzir sua verdade em letras: ele estava sentado no sofá de seu estúdio em Los Angeles, com Douglas e Lovato de frente para ele enquanto eles lançavam diversas ideias, para frente e para trás. “Quando alguém disse algo foda o suficiente, nós colocávamos a ideia no chão”, diz Felder. “Mas também era conversacional: ‘Que tipo de coisa você lê que faz você se sentir como se estivesse sendo atacado?’” (Daí a letra de abertura: “Folheando todas as revistas / Dizendo-me quem devo ou não ser. Felizmente, a força estava com eles: a decoração de um fanboy de Felder – apetrechos de parede a parede de “Guerra nas Estrelas”, incluindo um Darth Vader quase em tamanho real – chamou a atenção de Douglas, que contribuiu com a referência “auto-sabotagem no nível Jedi”.

Mas a mente de Lovato também é onde a mágica acontece. “Foi rápido – talvez duas horas”, diz Felder sobre a sessão em estúdio. “Você está lidando com três pessoas que são muito analíticas, então isso é algo em que pensamos há dias antes de chegar a esse ponto. Uma coisa que posso dizer sobre Demi: ela com certeza sabe o que quer dizer [em suas músicas]… Ela é uma das pessoas mais reais que eu já conheci, e isso é raro na indústria da música”.

Felder credita a personalidade “ousada, sem desculpas e muito dinâmica” dela à produção da música. Lovato canta sobre sua luta com tendências autodestrutivas enquanto o refrão sobe, então seus vocais desaparecem junto com a batida e tudo fica quieto. “É quase como se ela tivesse uma voz interior que dissesse: ‘Eu me pergunto quando me amo é o suficiente'”, diz Felder. “Demi tem uma ampla variedade: ela pode ser agressiva ou ser a pessoa mais introspectiva e doce. E eu queria representar essas duas energias, criando esse grande momento e depois o menor para transmitir a ideia mais honesta'”.

Para alguns, pode ser uma surpresa que um “turco negro de 100 kg com um moicano”, que é como Felder se descreveu em um recente TED Talk, esteja tão em contato com seu lado feminino e capaz de escrever da perspectiva de uma jovem que lutou contra o abuso de substâncias, um distúrbio alimentar, relacionamentos tóxicos, entre outras questões. “Eu não vou mentir para você – eu fui passear e uma mulher branca de meia idade atravessou a rua [para me evitar]”, diz Felder. “É triste, cara. Mas ser grandão me forçou a querer entender como as outras pessoas me viam – isso me deu o dom da perspectiva desde quando era mais novo. A sensibilidade pode nascer da humildade se você sair do seu próprio ego, e é um super-poder. Isso me permite entrar na cabeça de alguém como a Demi”.

De fato, é a chave do sucesso de Felder. “Quando me sento com um artista e eles me dizem que tipo de merda eles estão passando, eu realmente consigo identificar”, diz ele. “Nós escrevemos uma música sobre isso e eles ficam tipo: ‘É exatamente o que eu queria dizer’. Ser capaz de cantar sobre algo é terapêutico, e o trabalho do produtor é facilitar isso. Isso meio que automaticamente nos torna terapeutas”.

E, neste caso, talvez também especialistas em dependência. “O ponto em que Demi virou a página para sua recuperação foi o momento em que ela disse: ‘Vou começar a fazer todas as coisas certas – e vou fazer isso por mim, e não por mais ninguém’”, diz Felder. “Eu cresci em um país que poderia ter 10 negros turcos, então me identifiquei com o conceito de tentar descobrir quem você é e tentar obter um senso de confiança. No final do dia, você só pode ter confiança no que decide ser. Demi decidiu que ia se amar, e eu me conectei com ela nesse nível”.

E “I Love Me” está se conectando com os ouvintes, acumulando mais de 70.000 de reproduções nas rádios, segundo o Mediabase, com os formatos Top 40 e Hot AC liderando o caminho – e bom para o Top 20 dos mais reproduzidos no consumo geral. De acordo com a Alpha Media, a música certificada com ouro, vendeu mais de 600.000 unidades até agora, com 82,3 milhões de streams. O vídeo tem 34,5 milhões de visualizações no YouTube. A música precede o sétimo álbum de Lovato, seu primeiro sob nova empresariado com o SB Projects, do Scooter Braun.

Demi Lovato se juntou ao Trevor Project para o projeto Pride Everywhere, que incentiva pessoas LGBTQ+ a comemorarem e “encontrarem orgulho ao seu redor” nessa época de pandemia e de isolamento social, que fará com que a comemoração anual feita em junho em diversos países no mundo, não aconteça este ano.

Confira abaixo o vídeo legendado onde Demi narra o Pride Everywhere:

Sobre o Trevor Project:

Fundado em 1998 pelos criadores do curta-metragem vencedor do Oscar® TREVOR, o The Trevor Project é a principal organização nacional que presta serviços de intervenção em crises e prevenção de suicídio a jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queer e questionadores (LGBTQ+) abaixo dos 25 anos.

Sobre o Pride Everywhere:

Orgulho não é apenas paradas, é celebrar o que faz nossa comunidade LGBTQ+ prosperar.

Trata-se de encontrar nossa força mesmo em tempos de desafios, compartilhar nossa alegria mesmo em momentos de dor e criar espaço para expressar e celebrar quem somos. Nesta temporada, “Pride Everywhere” é a mensagem que compartilhamos no Trevor Project com os jovens LGBTQ+ que servimos e com quem os apoia. “Orgulho em todos os lugares” é lembrar o que está no coração da nossa comunidade – valores que vivemos todos os dias e valores que o mundo precisa tanto agora. Não importa o quão desafiador as coisas possam parecer, isso é verdade: o orgulho não vai a lugar nenhum, porque o orgulho está em todo lugar.

Além disso, o projeto está tentando arrecadar 30 mil dólares que serão doados para pessoas LGBTQ+ que estão passando dificuldades nesse período de isolamento. Você pode ajudar acessando https://www.thetrevorproject.org/PrideEverywhere/.

Já se passaram 10 anos desde o estreia de “Sunny Entre Estrelas”, uma das séries mais memoráveis e bem sucedidas da Disney, que trazia Demi Lovato como a protagonista Sunny Monroe. A série teve 3 temporadas, entre 2009 e 2011, sendo a terceira temporada nomeada de “Sem Sentido”, quando Lovato teve que deixar o elenco da série e ir para a reabilitação pela primeira vez em 2010.

Passados todos esses anos, o elenco decidiu se reunir durante essa quarentena em uma reunião virtual do elenco de Sunny Entre Estrelas e Sem Sentido. Participaram da reunião Demi Lovato, Tiffany Thornton, Sterling Knight, Doug Brochu, Allisyn Ashley Arm, Matthew Scott Montgomery, Shayne Topp e Audrey Whitby.

Legendamos a reunião em português e vocês podem assistir no vídeo abaixo.

Fonte: Billboard
Tradução: Demi Lovato Brasil

Fãs de cantores absurdamente fantasiados, vampiros pop, avós que dançam techno, monstros de metal mascarado, DJs turcos, e músicas sobre o imperador Genghis Khan do século XIII estão super chateados com o concurso de música Eurovision deste ano – que aconteceria na noite deste sábado, 16 de maio, mas foi cancelado devido ao coronavírus.

Felizmente, a Netflix tem um filme para isso. O serviço de streaming e a Arista Records se uniram para a trilha sonora do próximo filme Eurovision Song Contest: The Story of Fire Saga com Rachel McAdams e Will Ferrell.

A comédia dirigida por David Dobkin (Afinado no Amor) conta a história das aspirantes a dupla Lars (Ferrell) e Sigrit (McAdams), que têm a chance de suas vidas quando sua música é escolhida para representar seu país na competição global anual de músicas. O filme também conta com Pierce Brosnan e Demi Lovato, com a estrela pop programada também para cantar a música “In the Mirror”.

A Netflix ainda não anunciou uma data de lançamento para o filme.

O álbum com a trilha sonora do filme, que será lançado em 26 de junho, terá músicas de Ferrell e outros membros do elenco, incluindo o primeiro single perfeitamente ridículo, “Volcano Man”, que você pode ouvir abaixo. Prepare-se para um vídeo que será lançado amanhã (16 de maio).

Chegou a internet na tarde dessa quinta-feira, 14, a demo de uma música de Demi Lovato chamada “Ain’t No Friends”. Aparentemente, a música foi gravada juntamente com outras músicas que formariam um álbum que a cantora estava trabalhando antes de sofrer uma overdose em julho de 2018 e pode ter sido descartada.

Ouça:

Confira abaixo a letra e a tradução da música:

Transcrição por: Barbara Dalboni e Marcelo Ramos
Equipe Demi Lovato Brasil

Ain’t no Friend | Demi Lovato

This ain’t no Safehouse, saw my ship and I wreck
And now you want to dip out, it was all good back when we were
Working for the big mouse

We were best friends, family and everything between
Never thought you’d be the end to me, no
Tell me where were you when I needed you
I see you for what you are and I guess that’s cool

But you ain’t no friend of mine
No you’re ain’t no friend of mine
Your love was a lie
No you ain’t no friend of mine
No-oh

You ain’t no friend of mine
You ain’t no friend of mine
You left me there to die
You ain’t no friend of mine
No-oh

It was a sad day
When I realized that the loyalty was only going one way
Took you on the road, showed you some love
Then you played me, I was tryna stuck to world again
Nobody that would pull me in
Crashing down like an avalanche
Ohh

Tell me where were you when I needed you
I see you for what you are and I guess that’s cool

But you ain’t no friend of mine
No you ain’t no friend of mine
Your love was a lie
No you ain’t no friend of mine

You ain’t no friend of mine
You ain’t no friend of mine
You left me there to die
You ain’t no friend of mine
No-oh

Don’t forget when you come back around
This is our future now
Now-ohh

You ain’t no friend of mine
No you ain’t no friend of mine
No-ohh
You left me there to die
You ain’t no friend of mine
No-ohh

You ain’t no friend of mine (5x)

Tradução

Não é amigo | Demi Lovato

Isso não é a Safehouse, viu o meu navio e eu naufraguei
Agora você quer mergulhar, estava tudo bem
Quando estávamos trabalhando para o grande rato

Nós éramos melhores amigos, família e tudo mais
Nunca pensei que você seria o fim para mim
Me diga onde você estava quando eu precisei de você
Vejo você pelo que você é e eu acho que isso é legal

Mas você não é meu amigo
Não, você não é meu amigo
Seu amor era uma mentira
Não, você não é meu amigo
Não-oh

Você não é meu amigo
Você não é meu amigo
Você me deixou lá para morrer
Você não é meu amigo
Não-oh

Foi um dia triste
Quando percebi que a lealdade estava indo só de um lado
Levei você para estrada, mostrei um pouco de amor
Então você brincou comigo, eu estava tentando ficar presa ao mundo de novo
Ninguém me puxaria para dentro
Caindo como uma avalanche

Me diga onde você estava quando eu precisei de você
Vejo você pelo que você é e eu acho que isso é legal

Mas você não é meu amigo
Não, você não é meu amigo
Seu amor era uma mentira
Não, você não é meu amigo
Não-oh

Você não é meu amigo
Você não é meu amigo
Você me deixou lá para morrer
Você não é meu amigo
Não-oh

Não se esqueça quando você voltar
Este é o nosso futuro agora
Agora-ohh

Você não é meu amigo
Não, você não é meu amigo
Não-ohh
Você me deixou lá para morrer
Você não é meu amigo
Não-ohh

Você não é meu amigo (5x)

Chegou na internet na madrugada dessa quinta-feira, 14, a lenda urbana “Say My Name”, parceria que aconteceria entre David Guetta, J. Balvin e Demi Lovato, gravada e programada para ser lançada em julho de 2018, que acabou sendo lançada com os vocais da cantora Bebe Rexha.

Ouça a versão com os vocais da Demi:

Linha do tempo dos acontecimentos:

— Pra quem não acompanhou, no dia 8 de julho de 2018 vazou um banner no Spotify anunciando a então desconhecida parceria entre Guetta, Balvin e Lovato, intitulada “Say My Name” que poderia ser lançada no dia 13 de julho daquele mesmo ano (clique aqui para visualizar o banner).

— No dia 23 de julho, o empresário do DJ, Jean-Charles Carre, respondeu um fã no Instagram perguntando sobre a música dizendo que a parceria não iria mais acontecer (clique aqui para visualizar print).

— Um mês depois, no dia 24 de agosto, a parceria finalmente foi oficialmente anunciada, porém Bebe Rexha era a artista que aparecia ao lado de Balvin e Guetta, ao invés de Lovato.

— No dia 17 de setembro, David Guetta concedeu uma entrevista ao portal brasileiro Popline onde disse que esteve conversando com a Demi sobre uma parceria entre eles, antes da overdose sofrida pela cantora em julho daquele ano, que não era segredo para ninguém que ela estava passando por problemas pessoais e por isso não estava disponível, além de afirmar que ela não havia chegado a gravar a música.

Caso queira ouvir, confira abaixo a versão lançada de “Say My Name”:

Recentemente foram exibidos nos Estados Unidos os episódios 14 e 15 da 11ª e última temporada da icônica série “Will & Grace”, que chegou ao fim na última semana, e que contam com a participação de Demi Lovato.

Na trama, Demi interpreta Jenny, uma barriga de aluguel que foi contratada para dar a luz ao filho do protagonista assumidamente gay Will Truman (Eric McCormack).

Assista abaixo os dois episódios legendados em português.

S11E14 – “The Favourite”

S11E15 – “Broadway Boundaries”

Demi Lovato anunciou hoje um apelo de angariação de fundos para a SpunOut.ie para garantir que os jovens tenham acesso a apoio vital à saúde mental nas próximas semanas e meses.

O ‘The Mental Health Fund’ irá arrecadar fundos para apoiar o SpunOut.ie na Irlanda, juntamente com outras três organizações de saúde mental: Kids Help Phone (Canadá), Shout (Reino Unido) e Crisis Text Line (EUA).

A artista indicado ao Grammy está se unindo ao Royal Bank of Canada, Virgin Unite e Draper Richards Kaplan para lançar o fundo, que já arrecadou mais de 1,8 milhão de euros em todo o mundo, para ajudar as pessoas que sofrem com o impacto na saúde mental do COVID-19 (Coronavírus). Este fundo tem como objetivo apoiar o trabalho de organizações que fornecem intervenção em crises 24 horas por dia, 7 dias por semana, incluindo SpunOut.ie.

Falando em apoio ao SpunOut.ie e ao Fundo de Saúde Mental, Demi Lovato disse: “Muitas pessoas ficaram sozinhas com seus pensamentos, seus agressores, suas ansiedades – e estão lutando com a incerteza desses tempos. Eu sei que nem todo mundo tem a capacidade de obter a ajuda de que precisa, então minha esperança é que esse fundo possa trazer apoio para ajudar a aliviar algumas das dificuldades e dores pelas quais as pessoas estão passando”.

Doações para o Mental Health Fund e SpunOut.ie

O Fundo de Saúde Mental tem uma meta global de 4,6 milhões de euros e tem como objetivo arrecadar 350.000 euros na Irlanda para garantir que a SpunOut.ie possa continuar a fornecer apoio 24 horas por dia, 7 dias por semana aos jovens nas próximas semanas e meses.

O Royal Bank of Canada (RBC) Europa fez uma doação de €45.000 para apoiar o trabalho de salvamento da SpunOut.ie por meio de uma contribuição de €650.000 para o fundo global.

Para contribuir com o Fundo de Saúde Mental, visite GoFundMe.com clicando aqui.